sábado, 15 de junho de 2013

Contribuição dos textos lidos na Unidade I do Curso

tesourosdaval.blogspot.com
Ei-la
No decorrer das leituras feitas nesse capítulo, considero-me uma casa. Aquela que acolhe, que estabiliza, mas que também um tempo está com paredes azuis, outra vez amarelas, ou com algum mobiliário em disposição diferente ou ainda em outro comodo.
Acredito que estou pronta para acolher e estabilizar o que aprendo e com isso poder mudar as cores de minha vida (conhecimentos) ou quem sabe alocar o móvel (o que fiz com o conhecimento)que estava em uma parte do cérebro e estar migrando para outro, dando sentido ao que aprendo.
Com isso percebo em meu dia a dia mudanças causam crescimento, algumas dores às vezes, próprias do crescer, pois exige-se cada vez mais de quem aprende uma mudança.
Não percebo-me receptora passiva diante dessas mudanças, desses novos conhecimentos, pois a profissão de educador não é das mais fáceis, faz-se necessário estar atento as mudanças e acompanhá-las. Exige-se constantemente uma postura e para se ter uma nova postura necessita-se novo conhecimento, quebrando-se paradigmas, desestabilizam os profissionais mas transformam os mesmos. (O que aliás, acontece com qualquer pessoa na questão quebra de paradigmas).
Sei que como profissionais da educação temos muito a mudar. Poucos ainda tem medo da máquina (computador), alguns não a aceitam por terem medo de perder o domínio, a razão de ser o responsável pelo saber e muito mais ainda que alguém com menos “conhecimento” ou tempo de estudo possa superá-lo. Essa minha afirmação tem base no que tenho visto na rede em Jaraguá do Sul existe menos resistência a custo de muita insistência .
Existe também ainda aqueles que usam da máquina como continuadora da mesmice (aulas do mesmo jeito em lugar diferente) o aluno não reflete não resignifica, não transforma, continua entrando na forma e sendo modelado ao bel prazer do dito professor.

As novas tecnologias no princípio assustam (é difícil, é modismo dizem alguns), mas, nada como entendê-las e trabalhar com elas para ver aonde chegam e como usá- las, tal atitude deveriam ter os aprendizes ativos, mas, quantos somos? Que sejam poucos, mas sejam e através de sua abertura para o saber e saber fazer uma aula significativa,conectada a realidade do aluno e que possamos ser motivação para outros colegas e muito mais despertar autonômia em nossos educandos.

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